Lei estabelece regras para a conservação e uso do anel viário do Distrito da Praia da Pipa
Em 2011, o então vereador Messias Marinho, agora vice-prefeito de Tibau do Sul, apresentou um projeto de lei que visa estabelecer critérios para o uso e a manutenção do anel viário do Distrito da Praia da Pipa. O objetivo era garantir a conservação da via e promover um uso mais sustentável, alinhado com as necessidades de moradores e turistas da região.
A lei, que foi sancionada e passou a vigorar, determina uma série de medidas para manter a integridade do anel viário e assegurar que ele seja utilizado de forma organizada e eficiente. Alguns dos principais pontos abordados pela legislação incluem:
- Reposição imediata dos blocos de pavimentação em caso de danos, como buracos ou desgaste, garantindo a segurança e o conforto dos motoristas e pedestres.
- Instalação de placas de sinalização com a definição de limites de velocidade para o tráfego de veículos, buscando maior controle e segurança na via.
- Plantio de árvores e/ou plantas nas margens das calçadas, uma medida que contribui para a estética local e a preservação ambiental.
- Estabelecimento de normas para estacionamento, com regras claras para o uso dos espaços públicos de forma ordenada.
- Denominação do anel viário como “Linha Verde”, simbolizando o compromisso da cidade com o desenvolvimento sustentável e a valorização das belezas naturais da região.
Messias, ao propor a lei, destacou a importância de uma via bem planejada e organizada para o bem-estar da comunidade local e para o turismo, atividade essencial na economia de Tibau do Sul. “Essa iniciativa é um passo importante para a sustentabilidade de nossa cidade, garantindo que o desenvolvimento da Praia da Pipa seja feito com respeito ao meio ambiente e à qualidade de vida dos nossos habitantes”, afirmou Messias na época.
A sanção da lei representa um marco no planejamento urbano e na preservação ambiental de Tibau do Sul, e o vice-prefeito Messias continua a acompanhar a implementação dessas medidas, trabalhando para que a “Linha Verde” se mantenha como um exemplo de integração entre infraestrutura e sustentabilidade.





